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	<title>Antena Louletana &#187; filosofia</title>
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		<title>Antena Louletana &#187; filosofia</title>
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		<title>Cartas de Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Monge Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Almada Negreiros]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[

De quantas maneiras é possível caminhar?
Diz-se que a arte torna o mundo visível. Se à percepção humana da Natureza e do mundo que nos rodeia juntarmos uma componente estética e artística, não ganharemos logo com isso? De quantas maneiras é possível caminhar num pátio? E na vida?
O Homem poderá ser o filho mais complexo e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antenalouletana.wordpress.com&blog=1881534&post=242&subd=antenalouletana&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="entry">
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<p>De quantas maneiras é possível caminhar?</p>
<p>Diz-se que a arte torna o mundo visível. Se à percepção humana da Natureza e do mundo que nos rodeia juntarmos uma componente estética e artística, não ganharemos logo com isso? De quantas maneiras é possível caminhar num pátio? E na vida?</p>
<p>O Homem poderá ser o filho mais complexo e melhor sucedido da Natureza, mas não possui o dom de viver em harmonia com ela. Para prová-lo, basta ler a imprensa diária ou ouvir os noticiários.</p>
<p>De um lugar mais ou menos distante, parte a notícia de uma ocorrência que acaba de lesar um espaço físico e, consequentemente, os que o habitam. O acontecimento é recebido com muita apreensão noutros pontos do planeta, mas a vida continua sem alterações. Certo dia, de um desses lugares que recebeu a notícia, parte outra semelhante à primeira, igualmente alarmante. Continua a ser recebida com apreensão, mas nada se altera. Um dia, mais uma calamidade ……<br />
Não haverá um modo de interromper esta marcha determinada e trágica? Que falta ao Homem para o conseguir?</p>
<p>Almada Negreiros conta, que certo dia, entrou numa livraria com o propósito de comprar um livro que o orientasse na aventura de viver. Rodeado de milhares, naturalmente, sentiu dificuldade na escolha. Não duro para ler metade da livraria, pensou. Finalmente decidiu-se e comprou um livro de Filosofia porque, afirma: eu necessitava pôr ciência na minha vida… e a Filosofia é a ciência da vida.</p>
<p>Não interessa agora averiguar, se do conjunto dos livros de Filosofia existentes na livraria, ele soube escolher o que de facto lhe convinha. A finalidade da evocação deste episódio é chegar a esta conclusão: Ao Homem falta-lhe conviver com a sabedoria acumulada ao longo de milénios de pensamento.</p>
<p>O Homem, a sabedoria e o mundo, intersectam-se no pensamento de Rudolf Arnheim, num lugar especial: a obra de arte. Arnheim, um respeitado professor de Psicologia da Arte e autor de uma obra diversificada e muito apreciada, afirma: A Arte torna o mundo visível, não há sabedoria humana que possa ir mais além.</p>
<p>Que sabedoria é essa que transmite a obra de arte? Como é possível descobri-la num quadro, poema, ou noutro veículo artístico? E que fazer com ela?<br />
Quando Monet escutava os conselhos de Boudin, fazia-o com todo o respeito e atenção. Dizia-lhe Boudin: estude, aprenda a ver e a pintar, desenhe, faça paisagens. É tão belo o mar e o céu, os animais, as pessoas e as árvores, tais como a Natureza as fez, com o seu carácter, a sua maneira de ser, ao ar e à luz tais como são.</p>
<p>Boudin, utiliza palavras e expressões que, transportadas para uma tela, carregam de sentido as formas escolhidas pelo artista para as representar (belo, carácter, maneira de ser). Estes e outros modos de pensamento, com mais ou menos sabedoria, dotam qualquer obra de arte, de valores. Sejam científicos, formais, espirituais e até fantásticos, todos aguardam ser descobertos. O que precisamos é interpretação capaz de abrir os olhos e os ouvidos às mensagens transmitidas pela forma… informa Arnheim.</p>
<p>O efeito da obra de arte prolonga-se, não se limita ao momento da contemplação, deixa rasto, invade as horas prosaicas do quotidiano.</p>
<p>Não faltará ainda ao Homem, incluir a arte nos seus lazeres?</p>
<p>Do puzzle das preocupações ambientais, ressalta uma peça cuja antiguidade a torna curiosa .O Critias de Platão (428/347 a .C.), contém aquilo a que hoje chamamos, análise da paisagem. Este filósofo, imagina o que terá sido a Ática antes da história. Pelo porte de certos vigamentos antigos, conclui que, naquele espaço, terão existido grandes árvores .Ele fala também, da abundância de fontes nos lugares escolhidos para a construção de santuários. A estes factos, opõe a situação da sua época. Lamenta Platão: o que a terra tem de gordo e de mole escorreu de cima dos seus ossos nada mais resta que o seu corpo descarnado.</p>
<p>Mais perto de nós, a romancista sueca Selma Lagerlöf (prémio Nobel em 1909), no livro A viagem maravilhosa de Nils Holgerson, também revela as suas inquietações. Quando Nils, transformado em duende, se prepara para retomar a forma humana e deixar o bando de gansos selvagens que acompanhou à Lapónia, Akka, a velha gansa dirige-lhe as seguintes palavras:</p>
<p>Se aprendeste verdadeiramente algo de bom entre nós , terás abandonado a ideia de que os homens devem estar sozinhos na terra . Pensa em como é grande o país que tendes ! Será que não podeis deixar-nos alguns rochedos nus sobre a costa, alguns lagos e pântanos não navegáveis…algumas florestas afastadas onde nós outros, pobres animais, possamos viver tranquilos</p>
<p>As preocupações com o ambiente terão milénios, mas é hoje, que a situação atinge níveis mais assustadores .O planeta corre perigo e o problema somos nós. Se é no cérebro do Homem que as crises nascem, só do cérebro do Homem poderá partir o remédio para as debelar.</p>
<p>O herói do filme O Clube dos Poetas Mortos de Peter Weis, é um professor de literatura. Ele entra na aula e convida os alunos, que estão alinhados atrás das carteiras, a subir para essas mesmas carteiras. Com que objectivo lança pedido tão estranho? Ele quer que os alunos olhem o mundo de lá. Pede-lhes que aprendam a mudar de lugar, a tomar altura, pois só assim é possível ver novos caminhos. Pergunta-lhes ainda: de quantas maneiras é possível caminhar num pátio?</p>
<p><a href="http://partedepressa.wordpress.com/">Mudar de lugar, tomar altura pede-se também ao Homem.</a></p>
<p>De quantas maneiras é possível caminhar na vida?</p></div>
</div>
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		<title>Valoriza-se mais o Ter que o Ser</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Monge Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas Abertas]]></category>
		<category><![CDATA[espectáculo]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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A primeira fase da dominação da economia sobre a vida social levou, na definição de toda a realização humana, a uma evidente degradação do ser em ter. A fase presente da ocupação total da vida social em busca da acumulação de resultados económicos conduz a uma busca generalizada do ter e do parecer, de forma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antenalouletana.wordpress.com&blog=1881534&post=240&subd=antenalouletana&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="entry">
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<p>A primeira fase da dominação da economia sobre a vida social levou, na definição de toda a realização humana, a uma evidente degradação do ser em ter. A fase presente da ocupação total da vida social em busca da acumulação de resultados económicos conduz a uma busca generalizada do ter e do parecer, de forma que todo o «ter» efectivo perde o seu prestígio imediato e a sua função última. Assim, toda a realidade individual tornou-se social e directamente dependente do poderio social obtido.</p>
<p>(…) O espectáculo é o herdeiro de toda a fraqueza do projecto filosófico ocidental, que foi uma compreensão da actividade dominada pelas categorias do ver; assim como se baseia no incessante alargamento da racionalidade técnica precisa, proveniente deste pensamento. Ele não realiza a filosofia, ele filosofa a realidade. É a vida concreta de todos que se degradou em universo especulativo.<br />
A filosofia, enquanto poder do pensamento separado, e pensamento do poder separado, nunca pode por si própria superar a teologia. O espectáculo é a reconstrução material da ilusão religiosa. A técnica espectacular não dissipou as nuvens religiosas onde os homens tinham colocado os seus próprios poderes desligados de si: ela ligou-os somente a uma base terrestre. Assim, é a mais terrestre das vidas que se torna opaca e irrespirável. Ela já não reenvia para o céu, mas alberga em si a sua recusa absoluta, o seu falaccioso paraíso. O espectáculo é a realização técnica do exílio dos poderes humanos num além; a cisão acabada no interior do homem.</p>
<p>Guy Debord, in ‘A Sociedade do Espectáculo’</p></div>
</div>
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		<title>O Nada que é Tudo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Monge Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agnosticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[

Crente é pouco sê-te Deus
E para o nada que é tudo
Inventa caminhos teus.
…
Se Ele é o que dizes
Ele nada pode ser
E se nada, livre está
Para ser o que quiser.
&#8230;
Se Deus quisesse ocupar
Lugar a si mesmo igual
Preenchia todo o nada
E o deixava tal e qual.
&#8230;
Do que é o Espírito Santo
Só diga quem ficar mudo
Que palavra há [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antenalouletana.wordpress.com&blog=1881534&post=202&subd=antenalouletana&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_-LZhiM7RhW0/SMLtCtiHCmI/AAAAAAAAAQM/RhhatD8XXv4/s1600-h/B+%2826%29.JPG"><span style="font-family:georgia;"><img style="display:block;cursor:pointer;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-LZhiM7RhW0/SMLtCtiHCmI/AAAAAAAAAQM/RhhatD8XXv4/s400/B+%2826%29.JPG" border="0" alt="" /></span></a><span style="font-family:georgia;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;color:#993300;">Crente é pouco sê-te Deus<br />
E para o nada que é tudo<br />
Inventa caminhos teus.<br />
…<br />
Se Ele é o que dizes<br />
Ele nada pode ser<br />
E se nada, livre está<br />
Para ser o que quiser.<br />
&#8230;<br />
Se Deus quisesse ocupar<br />
Lugar a si mesmo igual<br />
Preenchia todo o nada<br />
E o deixava tal e qual.<br />
&#8230;<br />
Do que é o Espírito Santo<br />
Só diga quem ficar mudo<br />
Que palavra há que me leve<br />
Áquele nada que é tudo.<br />
&#8230;<br />
Oxalá por saber tanto<br />
Me apeteça ficar mudo<br />
Só então vendo sem ver<br />
Aquele nada que é tudo.<br />
</span><em><span style="font-family:georgia;color:#993300;"><br />
Agostinho da Silva</span></em></span></p>
<p><span style="font-family:georgia;"><br />
Este &#8220;nada que é tudo&#8221; de que nos fala o mestre Agostinho, falando a partir das bordas do abismo do Mito, essa sobre-excessiva mudez que nada tem que ver com mutismo, não é um <span style="font-style:italic;">vacuum</span>, um vazio, um apelo à nadificação e à abdicação. </span></p>
<p>Nova Águia</p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://novaaguia.blogspot.com/2008/09/o-nada-que-tudo.html">O Nada que é Tudo</a></h3>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/antenalouletana.wordpress.com/202/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/antenalouletana.wordpress.com/202/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antenalouletana.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antenalouletana.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antenalouletana.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antenalouletana.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antenalouletana.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antenalouletana.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antenalouletana.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antenalouletana.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antenalouletana.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antenalouletana.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antenalouletana.wordpress.com&blog=1881534&post=202&subd=antenalouletana&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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