Antena Louletana

Economia globalizada

Publicado em Notas de Imprensa, Política by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008

O “Polis Litoral Ria Formosa”

Publicado em Ambiente, Notas de Imprensa by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008

Acessos às praias de Tavira

Publicado em Ambiente, Notas de Imprensa by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008
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Bicicletas vão ganhar terreno em Faro

Publicado em Desporto, Notas de Imprensa by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008

Bicicletas vão ganhar terreno em Faro

Novas vias reservadas a ciclistas e peões vão nascer ao lado das principais avenidas da cidade. Primeiro troço ligará Largo de São Francisco ao Complexo Desportivo da Penha, mas rede é para expandir.

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Pesca ao Pargo

Publicado em Ambiente, Desporto, Pesca by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008

Pesca ao Pargo - 18,5kg!

Pargo Dentex com 18,5Kg apanhado ao largo de Vila Real Stº António a bordo do barco Albacor.

EmocionalTur

2008 BILLABONG XXL

Publicado em Ambiente, Desporto by João Monge Ferreira em Julho 15th, 2008

GLOBAL BIG WAVE AWARDS NOMINEES

Fonte:EmocionalTur

Ecopistas e Ecovias em Portugal

Publicado em Ambiente, Desporto by João Monge Ferreira em Julho 11th, 2008

O Alentejo

Publicado em Educação, Humor by João Monge Ferreira em Julho 4th, 2008

Palavra mágica que começa no Além e termina no Tejo, o rio da portugalidade. O rio que divide e une Portugal e que à semelhança do Homem Português, fugiu de Espanha à procura do mar.

O Alentejo molda o carácter de um homem. A solidão e a quietude da planície dão-lhe a espiritualidade, a tranquilidade e a paciência do monge; as amplitudes térmicas e a agressividade da charneca dão-lhe a resistência física, a rusticidade, a coragem e o temperamento do guerreiro. Não é alentejano quem quer. Ser alentejano não é um dote, é um dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano.

Portugal nasceu no Norte mas foi no Alentejo que se fez Homem. Guimarães é o berço da Nacionalidade, Évora é o berço do Império Português. Não foi por acaso que D. João II se teve de refugiar em Évora para descobrir a Índia. No meio das montanhas e das serras um homem tem as vistas curtas; só no coração do Alentejo, um homem consegue ver ao longe.

Mas foi preciso Bartolomeu Dias regressar ao reino depois de dobrar o Cabo das Tormentas, sem conseguir chegar à Índia para D. João II perceber que só o costado de um alentejano conseguia suportar com o peso de um empreendimento daquele vulto. Aquilo que para o homem comum fica muito longe, para um alentejano fica já ali. Para um alentejano não há longe, nem distância porque só um alentejano percebe intuitivamente que a vida não é uma corrida de velocidade, mas uma corrida de resistência onde a tartaruga leva sempre a melhor sobre a lebre.

Foi, por esta razão, que D. Manuel decidiu entregar a chefia da armada decisiva a Vasco da Gama. Mais de dois anos no mar… E, quando regressou, ao perguntar-lhe se a Índia era longe, Vasco da Gama respondeu: «Não, é já ali.». O fim do mundo, afinal, ficava ao virar da esquina.

Para um alentejano, o caminho faz-se caminhando e só é longe o sítio onde não se chega sem parar de andar. E Vasco da Gama limitou-se a continuar a andar onde Bartolomeu Dias tinha parado. O problema de Portugal é precisamente este: muitos Bartolomeu Dias e poucos Vasco da Gama. Demasiada gente que não consegue terminar o que começa, que desiste quando a glória está perto e o mais difícil já foi feito. Ou seja, muitos portugueses e poucos alentejanos.

D. Nuno Álvares Pereira, aliás, já tinha percebido isso. Caso contrário, não teria partido tão confiante para Aljubarrota. D. Nuno sabia bem que uma batalha não se decide pela quantidade mas pela qualidade dos combatentes. É certo que o Rei de Castela contava com um poderoso exército composto por espanhóis e portugueses, mas o Mestre de Avis tinha a vantagem de contar com meia-dúzia de alentejanos. Não se estranha, assim, a resposta de D. Nuno aos seus irmãos, quando o tentaram convencer a mudar de campo com o argumento da desproporção numérica: «Vocês são muitos? O que é que isso interessa se os alentejanos estão do nosso lado?»

Mas os alentejanos não servem só as grandes causas, nem servem só para as grandes guerras. Não há como um alentejano para desfrutar plenamente dos mais simples prazeres da vida. Por isso, se diz que Deus fez a mulher para ser a companheira do homem. Mas, depois, teve de fazer os alentejanos para que as mulheres também tivessem algum prazer. Na cama e na mesa, um alentejano nunca tem pressa. Daí a resposta de Eva a Adão quando este, intrigado, lhe perguntou o que é que o alentejano tinha que ele não tinha: «Tem tempo e tu tens pressa.» Quem anda sempre a correr, não chega a lado nenhum. E muito menos ao coração de uma mulher. Andar a correr é um problema que os alentejanos, graças a Deus, não têm. Até porque os alentejanos e o Alentejo foram feitos ao sétimo dia, precisamente o dia que Deus tirou para descansar.

E até nas anedotas, os alentejanos revelam a sua superioridade humana e intelectual. Os brancos contam anedotas dos pretos, os brasileiros dos portugueses, os franceses dos argelinos… só os alentejanos contam e inventam anedotas sobre si próprios. E divertem-se imenso, ao mesmo tempo que servem de espelho a quem as ouve.

Mas para que uma pessoa se ria de si própria não basta ser ridícula porque ridículos todos somos. É necessário ter sentido de humor. Só que isso é um extra só disponível nos seres humanos topo de gama.

Não se confunda, no entanto, sentido de humor com alarvice. O sentido de humor é um dom da inteligência; a alarvice é o tique da gente bronca e mesquinha. Enquanto o alarve se diverte com as desgraças alheias, quem tem sentido de humor ri-se de si próprio. Não há maior honra do que ser objecto de uma boa gargalhada. O sentido de humor humaniza as pessoas, enquanto a alarvice diminui-as. Se Hitler e Estaline se rissem de si próprios, nunca teriam sido as bestas que foram.

E as anedotas alentejanas são autênticas pérolas de humor: curtas, incisivas, inteligentes e desconcertantes, revelando um sentido de observação, um sentido crítico e um poder de síntese notáveis.

Não resisto a contar a minha anedota preferida. Num dia em que chovia muito, o revisor do comboio entrou numa carruagem onde só havia um passageiro. Por sinal, um alentejano que estava todo molhado, em virtude de estar sentado num lugar junto a uma janela aberta. «Ó amigo, por que é que não fecha a janela?», perguntou-lhe o revisor. «Isso queria eu, mas a janela está estragada.», respondeu o alentejano. «Então por que é que não troca de lugar?» «Eu trocar, trocava… mas com quem?»

Como bom alentejano que me prezo de ser, deixei o melhor para o fim. O Alentejo, como todos sabemos, é o único sítio do mundo onde não é castigo uma pessoa ficar a pão e água. Água é aquilo por que qualquer alentejano anseia. E o pão… Mas há melhor iguaria do que o pão alentejano? O pão alentejano come-se com tudo e com nada. É aperitivo, refeição e sobremesa. E é o único pão do mundo que não tem pressa de ser comido. É tão bom no primeiro dia como no dia seguinte ou no fim da semana. Só quem come o pão alentejano está habilitado para entender o mistério da fé. Comê-lo faz-nos subir ao Céu!

É por tudo isto que, sempre que passeio pela charneca numa noite quente de verão ou sinto no rosto o frio cortante das manhãs de Inverno, dou graças a Deus por ser alentejano. Que maior bênção poderia um homem almejar?

EmocionalTur

Roteiro com as Aves do Alentejo

Publicado em Ambiente, Cultura by João Monge Ferreira em Julho 4th, 2008

No “Roteiro com as Aves do Alentejo”, da autoria de Miguel Pais e Rogério Cangarato, o primeiro local de visita recomendado é o alto de S. Gens. Uma impressionante vista em todas as direcções deixa adivinhar para Sul os contornos de Alcaria Ruiva, pequena serra próxima de Mértola, e, do outro lado do Guadiana, da grande Serra do Caldeirão, em território algarvio. A Norte, o imponente maciço da Serra Morena que ajoelha suavemente para a Serra de Portel, marca os contornos do horizonte.

É, de facto, um dos melhores locais para se aperceber a possível interconexão entre algumas grandes serras da bacia do Guadiana, através das acentuadas depressões que se advinham na paisagem, ao longo dos vales do Guadiana e do Chança, rio fronteiriço que nasce na Serra Morena e delimita a metade Sul da Margem Esquerda do Guadiana em território português.

Os arredores de Serpa são principalmente utilizados para a exploração de culturas tipicamente mediterrânicas, como o olival. A diversidade de passeriformes associada aos matos baixos e olivais é aqui grande e aconselham-se paragens e percursos a pé para identificar os cantos das várias espécies que se escondem entre as folhagens densas (melros e tordos, estorninhos, chapins, carriça, felosas e toutinegras, entre outras).

A partir de Serpa, para Sul, existem duas alternativas: o vale do Guadiana, na zona do Pulo do Lobo (atravessando uma tipologia de habitat verdadeiramente típica da Serra de Serpa) ou a estrada nacional Serpa - Mértola, onde é possível conhecer a lindíssima Ribeira de Limas e o não menos imponente Rio Chança. A diversidade ornitológica é grande e o melhor conselho que é possível transmitir é mesmo dispor de mais de um dia para conhecer todos os recantos acessíveis a partir das estradas nacionais, sempre sem perturbar a fauna e sem danificar a flora.

Entre Serpa e Vale do Poço, pela estrada que passa ao Pulo do Lobo, a Serra de Serpa mostra a sua história recente de sobre-exploração do montado intimamente relacionada com a grande necessidade de combustível (lenha/carvão) para a Mina de S. Domingos. O montado está envelhecido e é bastante disperso. Nesta paisagem quase abandonada de usos humanos actuais, a degradação florestal é grande e requer um plano integrado de recuperação que trave a desertificação da área. Por entre a paisagem ondulada (que induziu a toponímia de “serra” no vocabulário colectivo local), é possível observar com relativa facilidade o Peneireiro-cinzento e, nas zonas onde os matos abundam, a localizada Toutinegra-tomilheira.

A aproximação ao Pulo do Lobo e ao rio Guadiana introduz o observador na zona das grandes águias. Águias reais e Águias de Bonelli estão presentes como nidificantes, para além da zona ser visitada regularmente por indivíduos não reprodutores que frequentam as áreas mais abertas ou as proximidades dos ninhos onde nasceram.

A paisagem é impressionante no Pulo do Lobo. Matagais de esteva dominam as encostas e grandes rochedos talhados pelo Guadiana, que aqui apertou o seu curso, e albergam todas as espécies próprias das zonas mais remotas desta região do país tais como a Cegonha-preta, o Bufo-real, o Rouxinol-do-mato e várias espécies de mamíferos e carnívoros.

Próximo à povoação de Vales Mortos, uma estrada secundária conduz a Corte de Pinto e, a partir da mesma, para Este, saem várias estradas de terra batida em direcção ao Rio Chança. Juntamente com alguns sectores do vale do Guadiana, é uma das zonas que terá sido mais poupada à intensa “campanha do trigo” e mantém, ainda hoje, uma vegetação com uma estrutura bastante íntegra. É novamente altura de estar atento à presença de aves de rapina diurnas e nocturnas, para além de espécies rupícolas e passeriformes associadas às linhas de água e matagais cerrados. É uma das zonas onde a detecção dos interessantes Rouxinóis-do-mato, Toutinegra-tomilheira e Felosa-do-mato é mais fácil, dada a sua abundância relativa. As zonas de caça de regime ordenado (turísticas e associativas) são aqui dominantes e é sempre necessário respeitar a propriedade privada e a necessidade de uma eventual autorização para visitar o seu interior.

Fonte: Câmara Municipal de Serpa

Downloads Algarve

Publicado em Cultura, Leituras by João Monge Ferreira em Julho 3rd, 2008
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Boom Festival 2008

Publicado em Ambiente, Cultura by João Monge Ferreira em Junho 30th, 2008

Árvores e Autarcas

Publicado em Ambiente, Educação, Política by João Monge Ferreira em Junho 27th, 2008

Autarcas Louletanos,

Adormeço com elas todas as noites, embalado pela sua sombra. Lembro-as de memória. Lembro as suas folhas, caindo de noite. Mesmo as que não vi, eu espero que cresçam. Tenho, a cada minuto, saudades destas árvores.

fotografia alojada em www.flickr.com

[ clique para ampliar ]
Jardim de Sesimbra.

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Distracções

Publicado em Ambiente, Política by João Monge Ferreira em Junho 27th, 2008

Durante esta semana não li a imprensa. Não vi televisão. Mostrei aos meus filhos como se tratam as árvores em Loulé.

http://www.petitiononline.com/qc2008qc/petition.html

Basta de Abates arbóreos em Loulé!

Via: Sebastião

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2ª. Conferência sobre Alterações Climáticas e Segurança Energética

Publicado em Ambiente, Política by João Monge Ferreira em Junho 27th, 2008
Conferência sobre alterações climáticas

2ª. Conferência sobre Alterações Climáticas e Segurança Energética

Por iniciativa da Comissão do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, esta conferência realiza-se na 3ª feira, 1 de Julho, às 09h30, na sala do Senado.

Autarcas

Publicado em Loulé, Política by João Monge Ferreira em Junho 27th, 2008

O melhor presidente de câmara, nos tempos que correm, não é aquele que promete que vai fazer ou que ameaça que vai impedir que se faça.«Fazer, na vida autárquica, é relevante demais.

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Festival MED 2008

Publicado em Loulé, Música by João Monge Ferreira em Junho 27th, 2008

“Projecto Primeiro” Vollante

Publicado em Cultura, Música by João Monge Ferreira em Junho 26th, 2008

O conceito Vollant é sinónimo de movimento, dinâmica e versatilidade, elementos presentes nas pinturas sonoras que compõem as melodias estruturantes da banda e que se sentem claramente nas actuações ao vivo.

Aponta e perspectiva novos caminhos em áreas como o Rock, Pop ou Funk no panorama nacional, notando-se claras referências “Rough Rock” em alguns temas.

A recente edição do primeiro álbum de originais é composto por temas totalmente em português e contou com as participações de vários convidados entre eles Zé Pedro e Kalú dos Xutos e Pontapés.

A Banda editou recentemente o seu primeiro álbum de originais:

Vollante

Somvisual

II TORNEIO DE PESCA DE BARCO “CIDADE DE FARO”

Publicado em Desporto by João Monge Ferreira em Junho 24th, 2008
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II TORNEIO DE PESCA DE BARCO “CIDADE DE FARO”
Marina de Faro, 12 de Julho de 2008
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Festival Sete Sóis Sete Luas - Mascalucia

Publicado em Música by João Monge Ferreira em Junho 19th, 2008

15 prédios verdes ao redor do mundo

Publicado em Ambiente, Arquitectura, Cultura by João Monge Ferreira em Junho 18th, 2008

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Nos EUA, as construções prediais são responsáveis por cerca de 48% do total das emissões de dióxido de carbono. O uso excessivo de energia elétrica, o desperdício de água tratada e a disposição inadequada ou a falta de reaproveitamento de resíduos da construção contribuem para o aumento do impacto causado pelos prédios sobre o meio ambiente.

Abaixo, apresentam-se 15 prédios classificados entre os mais verdes do mundo:

Via:Repú Criativa